A instalação de painel solar é viável para todos os tipos de imóveis. Entenda!

Você vive em um imóvel pequeno ou em um condomínio e tem dúvidas sobre a viabilidade da instalação de um painel de energia solar? Saiba que no Brasil o número de pessoas que geram sua própria energia no ambiente doméstico, a partir do sistema fotovoltaico, não para de crescer!

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a autogeração de energia por meio do sistema solar já foi adotada por mais de 7900 brasileiros, em todas as regiões do país. O principal motivo que leva os consumidores a adotarem a modalidade é, obviamente, o desconto obtido nas contas de luz.

As usinas domésticas podem ser instaladas em qualquer tipo de imóvel, tanto nos grandes quanto nos pequenos. Além disso, já existem diversos condomínios verticais apostando no sistema fotovoltaico para abastecer áreas comuns dos edifícios, como forma de gerar economia para os condôminos.

A geração de energia solar distribuída, que é aquela gerada por consumidores independentes, além de promover a economia direta nos gastos com energia, também ajuda a aliviar a rede tradicional de abastecimento e estimula o crescimento das fontes limpas e renováveis de energia no Brasil.

Como instalar o sistema fotovoltaico em imóveis residenciais e comerciais?

Os sistemas fotovoltaicos normalmente são instalados nos telhados de grandes residências, mas essa não é uma regra. Também é possível utilizar os painéis solares de outras formas, como, por exemplo, com a instalação de um sistema de energia solar remota, que, na prática, consiste em instalar os painéis solares em um lugar distante do ponto de consumo e usar a energia gerada para abastecer mais de uma unidade residencial ou comercial do mesmo titular, em um tipo de compartilhamento da energia excedente gerada pelo sistema fotovoltaico. Essa é uma alternativa prevista na Resolução Normativa 687, da Aneel, em vigor desde 1º de março de 2016.

A flexibilização da geração de energia doméstica abre novas oportunidades para os consumidores brasileiros, que agora podem apostar na geração distribuída para aumentar o custo-benefício do investimento feito no sistema fotovoltaico. Na prática, uma pessoa que possua uma residência na zona urbana e uma casa de praia, por exemplo, pode usar o mesmo sistema de energia solar para abastecer os dois imóveis. Isso acontece por meio da compensação da energia excedente, mas, para isso, os dois imóveis devem estar dentro da área de atuação de uma mesma distribuidora de energia elétrica.

Outra possibilidade de uso do sistema solar é a partir da geração compartilhada por vários consumidores interessados, o que é possível por meio da criação de um consórcio ou cooperativa. Nessa modalidade, um grupo de pessoas se une para financiar o investimento no sistema fotovoltaico e utilizar a energia gerada de maneira compartilhada entre todos os cooperados. Com essa forma de geração de energia solar, os créditos da energia excedente podem ser distribuídos entre imóveis com titulares de diferentes CPFs ou CNPJs, desde que localizados na mesma área de concessão. Isso pode ser feito tanto por moradores de condomínios residenciais quanto por lojistas e comerciantes de galerias e áreas comerciais. Também é importante ressaltar que, hoje, a instalação de sistemas fotovoltaicos para a geração distribuída de energia também é viável e autorizada para todos os tipos de condomínios verticais e horizontais. Quer saber mais? Entre em contato conosco e continue acompanhando nossas publicações!

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